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CPI do Transporte Coletivo ouve ex-secretário de Planejamento


A Comissão Parlamentar de Inquérito, “CPI do Transporte Coletivo”, da Câmara Municipal de Passos, reuniu-se no final da tarde da segunda-feira (26 de agosto de 2019), dessa vez para ouvir os depoimentos do ex-secretário municipal de Planejamento, Renato Mohallem, e do diretor de Transporte Coletivo, Rossini Maia. Os dois, em depoimentos em separado no plenarinho, responderam a questionamentos dos vereadores.

O ex-secretário disse que num primeiro momento a Prefeitura buscou a empresa “Cidade dos Ipês”, em substituição à Cisne – diante da não-renovação do contrato – tendo em vista à situação de urgência em que a cidade estava para ficar sem o serviço de transporte coletivo. De acordo com ele, tratava-se de uma empresa conhecida de São Sebastião do Paraíso e que, para a atuação em caráter emergencial, a administração levou em conta como um dos critérios o fato de que não haveria ônus para o município.

Renato Mohallem afirmou que outras foram procuradas em Passos para assumir o lugar da Cisne, que a Cidade dos Ipês iniciou com 4 ônibus com a expectativa de se chegar a 15 mas que “misteriosamente” abandonou o serviço. De acordo com ele, a primeira substituta não tinha certidões negativas, o que teria obrigado o município a buscar uma segunda empresa, a atual que vem operando, e que um dos motivos para a queda da tarifa em R$ 0,75, além do aumento da subvenção pelo município, se deve adoção de ônibus mais novos que trazem redução de custos. Segundo disse, a cidade teria entrado “na modernidade do transporte coletivo” e que o serviço já teria registrado grande melhora.

Nas colocações do ex-secretário, a Cisne queria renovar o contrato com aumento de subvenção  mas sem melhorias dos serviços – o que não foi aceito pela administração -, que em sua vigência a Prefeitura não teria como realizar uma nova licitação, por não se ter como fazer o rompimento, acreditando  ainda que se houvesse uma tentativa de licitar o resultado seria “deserta”, sem interessados, diante do problema do grande volume de gratuidade. Mohallem defendeu que é preciso se regulamentar a questão de gratuidade - ampliada para idosos a partir de 50 anos por emenda em Lei Orgânica - porque ela é fator de desequilíbrio financeiro.

Logo depois do ex-secretário, falou aos vereadores o diretor Rossini Maia. Os trabalhos da CPI se estenderam até por volta das 19h. A Comissão tem se reunido às segundas-feiras.

Por Ascom / Câmara Municipal de Passos

Postado por Passos 24 Horas on 18:12. Marcadores , . Adicionar aos favoritosRSS 2.0

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